Detectores de Incêndio – que fazer quando chegam ao fim da vida útil

Autor: Fernando P. Carvalho (Laboratório de Protecção e Segurança Radiológica, IST – Universidade de Lisboa)

A invenção dos detectores de fumos veio revolucionar o combate aos incêndios, permitindo a sua detecção precoce e alarme rápido e contribuindo para salvar vidas e bens com grande eficácia.

Hoje, é banal a instalação de detectores de fumos em edifícios de habitação, escritórios, hotéis, centros comerciais, armazéns, garagens, etc. Esses detectores fazem parte dos dispositivos de segurança contra incêndios e são considerados equipamentos seguros. No entanto, quando chegam ao fim da vida útil não devem ser descartados no lixo pois alguns modelos baseiam-se numa fonte radioactiva interna. Convém saber como encaminhar os detectores obsoletos para uma eliminação segura.

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