Formação Teórica (e Teórico-Prática) no Internato de Medicina no Trabalho – necessidade, indispensabilidade ou imposição?

Autor: António de Sousa Uva (Médico do Trabalho, Imunoalergologista e Professor Catedrático da Universidade Nova de Lisboa (Escola Nacional de Saúde Pública), Coordenador do Curso de Medicina do Trabalho da ENSP/UNL)

A formação em Medicina do Trabalho em Portugal, incluindo a formação teórica e teórica-prática, tem sofrido diversas alterações ao longo dos últimos (cerca de) 50 anos de existência.

Desde meados dos anos de 1980 e, com grande intensidade, no início deste século, diversas organizações, como por exemplo a Sociedade Portuguesa de Medicina do Trabalho e alguns médicos do trabalho e académicos solicitaram a criação do “internato! de Medicina do Trabalho em organismos dependentes da Administração Pública, uma vez que só dessa forma a especialidade adquiria o estatuto de outras especialidades (médicas, cirúrgicas, de Clínica Geral/Medicina Familiar, de Saúde Pública e de Medicina Legal). Tal veio a acontecer no final da primeira década do atual século após várias dezenas de anos de reiterada solicitação para que tal ocorresse.

 

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