Riscos e Prevenção em Festivais de Verão

Autor: Ana D’Espiney, M. Fernanda N. N. Carvalho (Departamento de Engenharia Química, Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa)

O aumento do número de festivais e dos perigos e riscos associados
O número de festivais em todo o mundo aumenta de ano para ano, gerando riqueza não só para os seus produtores como para os países que os acolhem. De acordo com o registado pela APORFEST – Associação Portuguesa de Festivais de Música, a taxa de crescimento em Portugal está neste momento nos 9.2%, passando de 249 festivais com 2.1 milhões de espectadores em 2016 para 272 festivais com 2.5 milhões de espectadores em 2017 [1].
O reverso da moeda é que com o número de festivais cresce o número de ocorrências com necessidade de intervenção médica, obrigando os festivais a ter instalado um sistema médico de emergência sempre pronto a responder em situações que ponham em risco o ser humano. Apesar de na maioria dos casos as ocorrências serem de gravidade leve, há alguns casos de elevada gravidade resultando em morte ou prejuízos materiais muito elevados (p.e. Festival Andanças, 2016, Castelo de Vide).
Outro aspeto relevante resultante do aumento do número de festivais é o impacto ambiental destes eventos. Ao contrário das ocorrências com seres humanos, são poucas as ocorrências no meio ambiente que podem ser respondi-das através de sistemas de emergência.

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